Castelo Innis- H. DeVere Stacpoole

Imagem de capa: Tarik Haiga

“Castle Innis” foi publicado pela primeira vez na revista The Windsor Magazine em Dezembro de 1917. Posteriormente foi incluído na coletânea “The Slayer and Other Tales from the Pulps” que reunia os contos de suspense do autor irlandês mais conhecido pela trilogia “A Lagoa Azul” (que inspirou o eterno clássico da Sessão da Tarde)

I

A Irlanda é, talvez, o país mais conservador do planeta. Ela se apega a seu passado. Lá, ainda é possível acreditar em casas mal-assombradas sem sofrer nenhum descrédito, e até alugá-las, com a certeza de receber junto pelo menos uma banshee1. Há alguns anos, o Reverendo Arthur Ridgwell Dilnott, Reitor de Pebwell, em Cambridgeshire, foi à Irlanda para participar de uma caçada, a convite do Sr. Michael Blake, que tinha uma propriedade na ponta norte de Tipperary, a menos 200 quilômetros de Loch Derg.

Dilnott não acreditava em fantasmas. Ele era um pároco puro-sangue do tipo tradicional, um colosso de quase 90 quilos, que apreciava um bom vinho do Porto, boa comida, charutos de qualidade e uma partida de uíste. Era amado por seus paroquianos. Os irmãos de batina diziam que ele era um cabeça-dura. O que era verdade, em relação a tudo, tanto em suas crenças quanto em suas descrenças. Ele não acreditava em fantasmas, mas acreditava em demônios e espíritos malignos, porém costumava dizer que eles eram relíquias do passado, embora ainda fossem capazes, talvez, de se manifestar na terra.

A caminho do encontro daquela manhã, ao passar pela casa redonda2 na estrada para Ardnakelty Dilnott acabou entrando em uma discussão com seu anfitrião, que era um homem tão firme em opiniões quanto ele próprio.

—Foi ali que mataram o velho Mickey Doolan em 61.—contou Blake. —Ele era um gaiteiro, cego como um morcego, que ficava o dia todo sentado em um banquinho junto daquele muro, com sua gaita de foles debaixo do braço, tocando sem se importar se tinha gente passando ou não. Dava para ouvir o som da gaita na curva da estrada e lá ficava ele sentado, sem pedir nem um centavo, sem prestar atenção em ninguém. Só tocando sua gaita, sozinho. Meu pai deu-lhe muitas moedas, e os pobres, principalmente nos dias de mercado, também não ficavam atrás. As pessoas diziam que ele era rico e que carregava todas as sua moedas de ouro nos bolsos. Uma tarde, quase ao anoitecer, dois homens se aproximaram dele por trás e o mataram para roubar seu dinheiro. Isso foi no dia 5 de Dezembro e, desde então todo o dia 5 de Dezembro, ele aparece sentado ali, tocando sua gaita de foles desde o anoitecer até o amanhecer, para que nenhuma viva alma entre Ardnakelty e Cloyne passe por essa estrada.

—Você quer me dizer que o fantasma dele fica sentado ali?

—E quem mais ficaria sentado aí?

Certamente você não acredita mesmo nesse absurdo, não é?

—Não acredito?— exclamou Blake. —E por quê eu não acreditaria? Metade do povo das redondezas já o ouviu.

—Fantasmas não existem. Já foi comprovado várias vezes que essas manifestações são falsas, e que as aparições invocadas por médiuns não passam de ilusão. Ratos, mulheres neuróticas e fanfarrões: subtraia esses fatores e toda a teoria das casas mal-assombradas cai por terra.

—Pois eu lhe digo que fantasmas existem.— respondeu Blake. E a discussão começou a ficar tão acalorada que, enquanto iam pela rua principal de Ardnakelty, Dilnott disse:

—Não quero brigar com você, meu caro, vamos esquecer esse assunto. É simplesmente um afronta ao bom senso.

Esse é o tipo de homem que Dilnott era.

Blake riu, porém não disse mais nada. A rua fervilhava com todos os tipos de pessoas de todas a classe sociais, atraídas pelo “encontro dos cães de caça”. Vários homens com casacos de caça puídos se juntaram na frente da hospedaria ‘Cão e Texugo’. Então, vindo da direção de Clogher, apareceu Hennessy, o encarregado dos cães de caça, cavalgando contra o fundo cinza opaco da estrada, cumprimentando a todos, seguido pelos servos de caça.

Era uma manhã cinzenta mas luminosa, tempo que na Inglaterra geralmente indica chuva antes do meio-dia. Mas não ia chover, pois havia colinas ao longe pelas quais o vento soprava, quente e fragrante através de léguas de urze e brejos.

Do outro lado do rio, uma subida o conduziu a uma encosta, ao longo da qual os cães corriam em uma linha tão reta que parecia desenhada com régua, por sobre elevações e declives, velozes como o vento. Dos dois lados era possível ver para toda a região de Tipperary, de Loch Derg até King’s County. Mais além, um vale cheio de pinheiros e árvores desnudadas pelo inverno, no qual a melodia de cães e cornetas ecoava, deu-lhes a chance de descansar um momento, apenas para levá-los até uma ponte e outro rio cheio. Depois, passaram por uma aldeia onde galos cantavam e chaminés fumeavam, mas não havia viva alma à vista. Dali, seguiram por um ermo onde os cães, silenciosos e correndo se estivessem em um sonho, ainda nos dentes do vento, percorreram os cem metros da distância nos quais a raposa quase tinha desaparecido.

—A trinta minutos do bosque— disse Hennessy, olhando para o relógio.

Dilnott, inclinando-se para a frente, acariciou o pescoço de Ratoeira, que estava tão tranquilo e animado quanto no início. Apenas trinta minutos já tinham feito as bochechas de Dilnott corarem, e feito seu sangue circular. Tinha rejuvenescido dez anos inteiros. O vento soprou para tão longe seus preconceitos que, se alguém tivesse mencionado a palavra “fantasmas”, ele poderia ter até discordar, mas não ficaria irritado.

No entanto, fantasmas eram a última das preocupações de Hennessy e Michael Blake. Hennessy, depois de dar uma olhada em volta, decidiu ir para Barrington Scrub, a quase dois quilômetros de distância indo pela charneca. Atravessaram aquele trecho, passaram por um grande aglomerado de árvores a alguns quilômetros de distância na direção de Silvermines, e ali os cães surpreenderam uma raposa. Eles a perseguiram e mataram, a uns três quilômetros de distância, bem na beira de um bosque perto da estrada para Silvermines.

Já era uma da tarde quando Rafferty, o cavalariço de Blake, veio pela estrada trazendo dois cavalos descansados. Dilnott pulou da sela, devorou os sanduíches que tinha trazido consigo, bebeu meio cantil de xerez e montou em Gata, a meia-irmã de Ratoeira, uma égua rosilha-avermelhada de olhos risonhos e jeito inseguro.

—Seja gentil com ela, senhor.—avisou Rafferty. —Quando ela se aquece, fica macia feito manteiga; mas até que ela pegue a primeira cerca, não dê com chicote nem espora, ou ela vai ficar brava e jogar o senhor da sela.

II.

Eram três da tarde, e Dilnott is levando a égua macia feito manteiga através um terreno de campos e ruínas de pedra, quando a esporeou. O muro de pedra diante dele girou para a direita, e então veio o tombo atordoante, e ele lá estava ele, estatelado, vendo estrelas, enquanto Gata quase o pisoteava. Ele conseguiu se soltar da sela e, quando terminou de observar os corpos celestes e tatear em busca de algum osso quebrado, pôs-se de pé, recapturou sua montaria, conduziu-a por uma porteira de volta para a estrada e subiu na sela.

O grupo de caçadores tinha desaparecido. O tênue assovio da corneta soava ao longe em Silvermines, cortando a atmosfera cinza e opaca, sem fazer qualquer eco em sua vastidão. Dilnott já tinha caçado o suficiente por um dia. Quando se tem mais de quarenta e cinco anos, levar um tombo no final do dia é bem diferente de levar um no início. Dilnott se viu sonhando com um bom banho quente, seguido de um cigarro e uma poltrona confortável, a apenas um cochilo de distância da hora do jantar.

Conduziu Gata – ilesa, por algum milagre, controlada e de volta a seu juízo perfeito – na direção de Silvermines. Um quilômetro e meio ao longo da estrada, encontrou um velho que conduzia uma carroça puxada por burros. O sujeito era surdo, mas depois de um tempo, a força de gritos, conseguiu fazê-lo compreender sua pergunta.

—Castelo Blake, senhor? É bem ali na frente, só umas doze milha e pouco, em linha reta, e onze pela estrada. O que foi, senhor? Eu sou meio surdo. Não, não é milho, eu disse milha. Siga reto feito uma flecha, e vai ver o topo bem atrás das árvores do Bosque da Forca. Não tem como errar.

Dilnott retomou seu caminho. Uns oito quilômetros depois, encontrou uma senhora que estava alimentando as galinhas junto de sua cabana, e ela lhe deu mais informações.

—Quer dizer o Sr. Michael Blake? Ora, aqui já é condado de King. Deve de ser umas dezessete milha andando daqui. Na encruzilhada, o senhor pegue o caminho para Castledown, e vai em linha reta até outra encruzilhada. Não tem como errar.

Dilnott retomou seu caminho até chegar ao lugar onde a estrada bifurcava. Não havia sinalização e as duas vias tinham a mesma largura. Ele não proferiu nenhuma exclamação religiosa. Deixou a decisão, com rédea solta, ao instinto de Gata. O animal escolheu o caminho da direita, que os conduziu a outra encruzilhada sem sinalização. Novamente deixada à vontade para seguir seu instinto, Gata começou a andar à esmo sobre os tufos de grama e a pastar nos arbustos.

Enquanto isso, o crepúsculo caía, e as árvores sussurravam ao vento, que ia ficando mais forte. Meia hora depois, já em plena escuridão, ocasionalmente iluminada por um vislumbre da lua aparecendo por entre nuvens partidas, Dilnott ia cavalgando ao longo de uma estrada que Gustave Doré3 teria apreciado. Já tinha desistido de procurar pelo Castelo Blake, apenas buscava qualquer coisa com um telhado que lhe oferecesse alguma luz, a visão de um rosto humano e quem sabe uma batata cozida. Estava fraco de fome. Cavalgava e imaginava, assim como os homens perdidos no deserto imaginam tamareiras e oásis sombreados, pernas de carneiro assadas cercadas por decantadores de vinho do porto, perus cozidos em molho de aipo, presuntos – presuntos de York – dourados, com uma crosta crocante, patê de cotovia na torrada. Dilnott, acordou de seus sonhos gastronômicos ao perceber as luzes de uma grande casa por entre as árvores à esquerda da estrada, que surgira como se tivesse sido invocada por sua fome. O vento vindo daquela direção, trazia consigo um cheiro que lembrava faisões assados. Mais, lembrava o molho de pão, e salada de tomates fatiados com vinagre e azeite.

Sua criativa imaginação já ia adicionando ao cardápio um prato de batatas bem assadas, estourando de suas cascas douradinhas, quando o portão aberto e o caminho que levava à mansão chamaram sua atenção, iluminados por um vislumbre da lua. Ele conduziu Gata pelo portão e se aproximou, certo da única coisa da qual um estrangeiro pode ter certeza na Irlanda: uma recepção calorosa e uma hospitalidade real e concreta, que certamente incluiria a melhor cama e a maior batata.

A porta do casarão estava aberta, iluminando o caminho de entrada e uma carruagem da qual tinha acabado de sair cavalheiro de manto, que ia subindo os degraus. Dois cavalariços de meia-libré4 trocavam gracejos com o cocheiro da carruagem. Um deles correu para pegar a montaria do recém-chegado. Dilnott apeou da sela e deu-lhe as rédeas.

—Que casa é essa? —perguntou.

—Castelo Innis, senhor. Chegou bem a tempo, estão todos entrando para jantar.

—Quem é o seu mestre? Estou hospedado no Castelo Blake e acabei me perdendo.

—Sir Patrick Kinsella é o mestre aqui, senhor. Ele ficará feliz em vê-lo.

—Muito obrigado.

Dilnott subiu os degraus e entrou em um grande salão. Era um cômodo revestido de painéis de carvalho, que o passar do tempo tornara negros como ébano. O cômodo estava todo decorado com armaduras e iluminado por uma galáxia de velas, extraordinariamente belas em sua abundância e efeito em meio àquele panorama de escuridão, armaduras e carvalho.

Os convidados desciam a larga escadaria: uma tropa de homens liderada por um cavalheiro robusto de cerca de cinquenta anos, vestindo um casaco vermelho que combinava com o rubor de seu rosto. Ele brincava enquanto vinha com seus camaradas atrás de si, evidentemente inebriado. Não estava completamente bêbado, mas bem alto, alegre, e exuberante. Esbarrou em Dilnott quando ele estava quase chegando perto dele, a ponto de tocá-lo.

—Sem querer incomodá-lo— Dilnott começou a se explicar— mas, acabei me perdendo e…

Mas o grande Kinsella, sem sequer ouvir, passou o braço ao redor dele e o arrastou, ainda trocando gracinhas com seus companheiros, para uma sala enorme onde uma mesa de muitos lugares estava posta.

Por mais faminto que Dilnott estivesse, e estava, ele teria pensado duas vezes antes de entrar naquela casa, se tivesse visto o estado de seus ocupantes. Ele era bem chegado a uma boa garrafa de Porto, mas tinha horror à bebedeira em qualquer forma, mesmo a mais branda. Sentado agora à esquerda do anfitrião, que ocupava a cabeceira da mesa, não pôde deixar de perceber a embriaguez dos homens ao seu redor. O barulho era terrível, e os criados corriam em todas as direções, colocando pratos na frente dos convidados.

Pratos vazios.

Em frente a Dilnott e à direita do anfitrião, estava sentado um homem de aparência maligna cujo rosto comprido estava meio coberto por uma faixa de tecido. Atrás do anfitrião e acima da lareira estava pendurado um grande espelho ligeiramente inclinado para a frente. Dilnott, ao olhar para o espelho por acaso, ficou surpreso e horrorizado ao ver nele o reflexo de uma caveira, que só aparecia devido jogo de luz e sombra ao redor, como em um quadro de Holbein5. A luz das velas a iluminava perfeitamente e, revelava algo de grotesco: a caveira se movia, inclinando-se de um lado para o outro, girando ligeiramente, enquanto os movimentos do maxilar inferior, captados de perfil, podiam ser vistos claramente.

De repente, justamente quando o homem do rosto enfaixado soltou uma gargalhada, a caveira se inclinou para trás e sua mandíbula se abriu.

Foi ali que Dilnott soube que a caveira era o verdadeiro reflexo do homem que tinha à sua frente

Ficou de pé de um salto e fez o sinal da Cruz.

•⁠•⁠•⁠•⁠•

Gata deu um tropeção e quase o derrubou. Dilnott acordou. Ele não tinha apeado, não tinha entrado em mansão nenhuma. Sonhando com presuntos York e faisões assadoa, ele fora vencido pelo sono e a imaginação o conduzira para aquela festa fantasmagórica.

Era só um pesadelo, nascido daquele que é a origem de todos os pesadelos, o estômago vazio.

O som do galopar de cavalos e uma voz, o fizeram voltar-se. Era Blake, sujo de lama até as orelhas, mas feliz em revê-lo. Dilnott lhe contou sobre seu tombo e como tinha se perdido. Enquanto cavalgavam, começou a contar sobre suas aventuras.

—Devo ter adormecido por um momento— explicou —e tive um sonho extraordinário.

—E que sonho foi esse? —perguntou Blake.

—Bem, foi assim…— ia começar a contar, mas parou.

Os dois tinham chegado até um portão claramente iluminado pelo luar através das nuvens esparsas. Era o portão pelo qual ele havia entrado em seu sonho, e bem ali estava o caminho pelo qual havia passado.

Dilnott se deteve.

—Para onde esse caminho leva?— perguntou.

—Para o Castelo Innis— respondeu Blake. —Olhe, ainda dá para ver as ruínas por entre as árvores. Pegou fogo na década de 30. Foi em uma noite quando Pat Kinsella estava dando uma de suas festanças. Todos os convidados morreram queimados, e foi muito bem feito. Muitas vezes ouvi meu pai contar essa história. Kinsella e Billy Knox, que era seu capanga em todos os tipos de perversidade, e também Black French e Satan Moriarty, e vários outros. Apenas três do grupo estavam sóbrios o suficiente para escapar.

—Que tipo de homem era esse Kinsella?

—Um sujeito enorme de quase cem quilos. Ele era um mestre treinando cães, mas não conseguia dominar a garrafa de uísque.

—E quanto ao Knox?

—Oh, o Knox era um demônio. Meu avô o denunciou uma vez por torturar um cavalo. Metade do rosto dele estava afetado por alguma doença ou algo assim, então ele tinha que usar uma faixa para cobri-lo; e ele tinha um olho vesgo e um problema de fala. Bem, que sonho foi esse que você estava me contando?

—Ora veja, esqueci completamente— disse Dilnott.

Dilnott era um contador de histórias, e estava morrendo, formigando de vontade de contar, mas a lembrança de Mickey Doolan, o flautista cego da Casa Redonda, calou sua boca.

Um ano depois, ao me contar a história em um desabafo, ele começou assim:

—Agora, vou lhe contar sobre uma das mais estranhas coincidências que você já ouviu.

Esse é o tipo de homem que Dilnott era.

Notas da tradutora

1 Banshee- Do Irlandês Bean-sí ou, em sua forma mais antiga, Bean-síde. As banshees são figuras do folclore irlandês, fortemente associadas com a morte e o luto. As lendas variam, mas o elemento comum entre todas é que a Banshee (cujo nome significa “mulher-fada”) é um espírito que se manifesta sob a forma de uma mulher de longos cabelos, vestindo um manto branco ou cinza. Ela aparece quando alguém está próximo da morte, e anuncia o falecimento iminente através de choros e gritos (o keening, um lamento tradicional dos funerais irlandeses). Algumas tradições afirmam até que cada uma das famílias mais antigas da Irlanda tem sua própria Banshee.

2 No original “roundhouse”, as chamadas “casas redondas” eram um tipo de construção celta. Como o nome indica eram casas redondas, com teto de palha. Apesar de ser cada vez menos comum com o passar do tempo e o desenvolvimento de outras técnicas de construção, esse tipo de casa persistiu até o início do século XX, e ainda hoje é possível encontrá-la em sítios arqueológicos como Craggaunowen, em Clare.

3 Gustave Doré (1832-1883) Ilustrador francês renomado por seu estilo hiper-detalhado. Suas ilustrações em preto e branco vão desde o divertido até o apavorante, mas graças à intensidade dramática do contraste entre claro e escuro, alguns de seus melhores e mais famosos trabalhos são cenas de terror e de temas sobrenaturais. Ilustrou diversos clássicos da literatura, entre os quais “Dom Quixote “ de Miguel de Cervantes, “O Paraíso Perdido” de John Milton e “A divina Comédia” de Dante Alighieri.

4 Libré- uniforme formal usado por criados em casas nobres. A meia-libré seria uma versão semiformal.

5 Hans Holbein, o jovem (c.1497-1543) Filho de Hans Holbein, o velho, foi um pintor e gravurista alemão, considerado um dos maiores retratistas do século XVI. Além de retratos também produziu arte religiosa, sátira e materiais de propaganda para a Reforma Protestante. Sua obra mais famosa “Os Embaixadores”, um retrato do embaixador francês Jean de Dintiville e do Bispo de Lavaur Georges de Selve, é conhecida por conter a figura de uma caveira anamórfica, que só pode ser vista claramente se o observador estiver a um determinado ângulo em relação ao quadro.

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